Absenteísmo e medicina do trabalho: entenda a relação

Absenteísmo e medicina do trabalho: entenda a relação

O absenteísmo tem a ver com a ausência dos funcionários no ambiente de trabalho, independentemente do motivo. Quanto mais alta essa taxa for, menos tempo a equipe passa completa. Enquanto isso, a medicina do trabalho é o conjunto de ações voltadas para garantir a qualidade de vida e a segurança do funcionário.

Embora pareçam ser conceitos distantes, esses dois elementos estão diretamente relacionados. Ao conhecer o impacto dessa correlação é possível otimizar os resultados do empreendimento, bem como o ambiente corporativo.

Neste artigo, a conexão entre os conceitos é apresentada, demonstrando a importância de dar atenção a esses elementos. Confira!

Qual é a relação entre absenteísmo e medicina do trabalho?

O absenteísmo pode acontecer por uma série de motivos. O funcionário que falta talvez o faça por estar desmotivado ou por considerar o ambiente inadequado devido a conflitos.

Contudo, esse afastamento também pode ter um cunho de saúde. Doenças ocupacionais ou do trabalho podem ser as responsáveis por fazer com que alguns colaboradores deixem de assumir suas funções.

É exatamente nesse ponto que entra a questão da medicina do trabalho. Isso porque as suas práticas e técnicas visam proteger e promover o bem-estar do colaborador. Essa é, portanto, a única forma de agir ativa e preventivamente contra as faltas, especialmente as ligadas à saúde.

Enquanto isso, a inexistência de cuidados com a medicina ocupacional só aumenta as chances da taxa de ausência disparar. Até que haja uma atuação efetiva nesse sentido, não será possível controlar os efeitos.

Quais são os prejuízos ao ignorar o absenteísmo?

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE), 14 milhões de pessoas faltaram ao trabalho em 2013 por motivos de saúde. Isso demonstra que grande parte da força economicamente ativa precisa se ausentar, em algum momento, por quadros ligados ao corpo ou à mente.

Ignorar essa questão só gera prejuízos. Em primeiro lugar, há uma perda na capacidade produtiva da equipe. Com gente a menos trabalhando, a produtividade sofre impactos negativos.

Eventualmente, isso pode até contribuir para a sobrecarga de quem comparece ao seu cargo. Não apenas é algo que diminui a motivação, como ficam maiores as chances de surgirem novas doenças ligadas ao trabalho. A equipe também passa a sofrer com a baixa integração. Se quase sempre um empregado falta, não é possível obter o máximo de desempenho.

Outro ponto tem a ver com os custos. Há despesas com horas extras, funcionários temporários e/ou com a previdência. A empresa, então, perde duplamente: ela se torna menos produtiva e a equipe fica mais cara, comprometendo os resultados. Tudo isso culmina na diminuição de competitividade, especialmente se os concorrentes tiverem uma preocupação efetiva em baixar esse índice.

Por que investir em medicina do trabalho?

Enquanto isso, recorrer à medicina do trabalho é uma forma de lidar com esse quadro. Não apenas ela contribui para reduzir essa taxa, como ainda ajuda a diminuir a ocorrência de problemas futuros.

Esse, inclusive, é o primeiro de muitos benefícios de empregar as táticas. Com menos faltas, atrasos e dispensas antes do horário, a equipe consegue produzir mais e com melhor qualidade. Além disso, a preocupação com a saúde e com o bem-estar contribui para que a Normas Regulamentadoras sejam cumpridas.

Outro ponto é que há um aumento da motivação e do engajamento, bem como uma melhoria no clima organizacional. Eventualmente, tudo isso contribui para a redução de custos, a facilitação no gerenciamento e a obtenção de resultados diferenciados e competitivos.

Diante da relação entre absenteísmo e medicina do trabalho, fica clara a importância de investir nas ações preventivas. Assim, não apenas a taxa diminui, mas vários outros efeitos positivos — de economia à produtividade — surgem.

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